"A Queda dos Anjos" é um livro escrito por Susan EE, e lançado no Brasil pela editora Verus. É o primeiro livro da série chamada Angelfall.
SINOPSE:
"Quando o mundo que conhecemos está prestes a ser arrasado, é preciso apostar tudo na redenção
Os anjos do apocalipse chegaram e vieram para aterrorizar a humanidade e acabar com o mundo moderno. Gangues de rua tomam conta do dia, enquanto o medo e a superstição dominam a noite. Quando anjos guerreiros sequestram uma menininha indefesa, sua irmã mais velha, Penryn, fará o que for preciso para salvá-la. Até mesmo um acordo com um anjo inimigo. Raffe é um guerreiro caído, que perdeu as asas. Depois de eras lutando suas próprias batalhas, ele é resgatado de uma situação desesperadora pela jovem Penryn, que concorda em ajudá-lo desde que ele mostre a ela como encontrar sua irmã. Viajando por um mundo sombrio e perigoso, eles podem contar apenas um com o outro para sobreviver. Juntos, vão em direção à fortaleza dos anjos em San Francisco, onde Penryn arriscará tudo para resgatar sua irmã, e Raffe se colocará à mercê de seus piores inimigos pela chance de voltar a ser inteiro." - Fonte: Skoob.
NÚMERO DE PÁGINAS:
279 páginas
RESENHA:
Bom, faz tempo que esse livro está na minha lista de QUERO LER, porém só agora dei uma chance para ele.
A humanidade vive dias pós-apocalípticos depois que os anjos invadiram a Terra e começaram a destruir tudo e todos que vivem nela. A história começa com uma garota chamada Penryn, sua irmã e sua mãe. Após sua irmã ser levada por um dos anjos para bem longe, ela ajuda um anjo moribundo chamado Raffe e tenta extrair informações dele para saber onde sua irmã poderia estar.
Após alguns acontecimentos, os dois partem juntos para o Ninho da Águia, uma espécie de quartel general dos anjos, cada um em busca de alguma coisa: o anjo em busca de consertar suas asas e Penryn em busca de sua irmã mais nova.
Tenho que confessar que o livro me deixou com o coração na boca em diversos momentos, especialmente a parte do Ninho da Águia. É um livro sobre anjos totalmente diferente do que eu já tinha lido, envolvendo criaturas bizarras e uma guerra civil entre os anjos, depois que Gabriel, o Mensageiro, morre e deixa a linha de sucessão aberta.
A forma como os anjos são abordados nesse livro é o que mais me surpreendeu, criaturas celestiais graciosas e bondosas? Nem pensar!
No começo do livro eu realmente não sabia o que achar do Raffe, sério. Ele parece meio arrogante, coisa que parece que todos os anjos são nesse livro. Porém fui mudando minha cabeça conforme o fui lendo o livro. Sobre a Penryn, gostei dela logo de início! Ela não é aquelas protagonistas chatas, sem sal e sem açúcar, ela é corajosa, destemida e não leva um desaforo pra casa kkk.
"- Eu gostaria de saber o que vai te matar mais rápido: a lealdade ou a teimosia.
- Nenhuma das duas coisas, se você me ajudar.
- E por que eu faria isso?
- Eu salvei sua vida. Duas vezes Você me deve uma. Em algumas sociedades, você seria meu escravo para sempre.
É difícil ver sua expressão no escuro, mas sua voz soa ao mesmo tempo cética e irônica."
Capítulo 10
A relação entre Penryn e Raffe vai se moldando (de um jeito bem esquisito, devo dizer) conforme vão passando o tempo juntos.
"Ele continua sua caminhada entre as árvores. Abro a boca para repetir a pergunta, mas ele fala ao mesmo tempo:
- Eu estava rastreando você.
Paro, surpresa. Ele continua andando, e corro atrás para garantir que esteja apenas a dois passos na minha frente. Todo tipo de pergunta flutua na minha cabeça, mas não faz sentido perguntar nenhuma delas. Mantenho a simplicidade:
- Por quê?
- Eu disse que me certificaria de que você chegasse ao acampamento em segurança."
Capítulo 23
O final do livro foi tenso, bem tenso. Sério, nunca poderia pensar no que a autora escreveu.
Sério, esse foi um dos melhores livros de 2016! Você começa sem muitas expectativas e o livro vai mexendo com você de uma maneira que não consegue parar até acabar. Vou agora mesmo procurar a continuação, porque o final desse primeiro livro foi de ficar sem ar!
Super recomendo!
"Nunca pensei sobre isso antes, mas tenho orgulho de ser humana. Temos tantos defeitos. Somos frágeis, confusos, violentos e lutamos contra tantos problemas... Mas, no fim das contas, tenho orgulho de ser humana."
Capítulo 45
MINHA NOTA:
5 estrelas
17 de novembro de 2016
3 de fevereiro de 2016
Resenha - O Doador de Memórias
"O Doador de Memórias" é um livro escrito por Lois Lowry, que foi adaptado para o cinema em um filme com o mesmo nome.
SINOPSE:
Em O doador de memórias, a premiada autora Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existem dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não há amor, desejo ou alegria genuína.
Os habitantes de uma pequena comunidade, satisfeitos com a vida ordenada, pacata e estável que levam, conhecem apenas o presente o passado e todas as lembranças do antigo mundo lhes foram apagados da mente.
Um único indivíduo é encarregado de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis.
Aos 12 anos, idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz ideia de que seu mundo nunca mais será o mesmo.
Orientado pelo velho Doador, Jonas descobre pouco a pouco o universo extraordinário que lhe fora roubado. Como uma névoa que vai se dissipando, a terrível realidade por trás daquela utopia começa a se revelar. - Fonte: Skoob
NÚMERO DE PÁGINAS:
208 páginas
LIDO EM:
1 dia e meio
RESENHA:
Conheci esse livro pela indicação de uma super amiga minha, eu estava com ressaca literária depois de terminar a série dos Instrumentos Mortais e desde o comecinho desse ano não conseguia pegar nada pra ler. Perguntei se ela tinha alguma coisa pra me indicar e ela falou desse livro.
Resolvi comprá-lo virtualmente na loja do Kobo Books e enfim comecei a leitura na madrugada do dia 02/02/2016.
Para minha surpresa, o livro me cativou DEMAIS. A leitura flui de uma maneira, você não consegue parar pra nada! (Ainda bem que eu estava lendo de madrugada haha).
A história começa com Jonas, nosso protagonista, com certo receio da cerimônia dos Doze (que é quando você completa doze anos). Essa cerimônia define que a criança passou para a fase adulta e um conselho definirá qual profissão vai ser treinada para seguir. Depois que se completa doze anos, ninguém mais conta os anos vividos, não existem aniversários no mundo criado pela autora. Na verdade, não existe nenhum tipo de comemoração, nem de Natal.
O interessante é que a cada ano até os doze, alguma coisinha muda para a criança. Por exemplo, uma menina deixar de usar fitinha no cabelo ou quando se chega aos nove, poder andar de bicicleta e ter uma bicicleta. Antes disso, é proibido.
As famílias não são chamadas de famílias, são chamadas de unidades familiares, onde existe um Pai, uma Mãe e duas crianças: um menino e uma menina. Apenas. Não existe o conceito de avó, nem de tios, etc.
A unidade familiar de Jonas tem uma mãe, um pai e uma irmã, sendo ele o irmão mais velho. Mas o mais curioso é que as crianças não são filhas biológicas dos pais, existem mães biológicas apenas para dar a luz aos bebês que serão entregues à alguma unidade familiar da comunidade. Agora você deve me perguntar: "ué, mas não como assim tem os pais e eles não tem seus próprios filhos? Que maluquice é essa, Isabela?" Pelo que eu entendi do livro, existe uma coisa chama Atiçamentos, que é o desejo. Todos tomam um remédio pra inibir isso.
"Finalmente, a Mãe se sentou ao lado dele à mesa.
- Jonas - disse ela com um sorriso -, sabe a sensação que você descreveu como "desejo"? Foi o seu primeiro Atiçamento. O Pai e eu já esperávamos que isso fosse acontecer em breve com você. Acontece com todo mundo. Aconteceu com o Pai quando ele tinha a sua idade. E aconteceu comigo também. Um dia vai acontecer com Lily. E, frequentemente - a Mãe acrescentou -, começa com um sonho."
- Capítulo 5
A comunidade é muito certinha, não existe baderna, não existem memórias e nem emoções. Pensa em um mundo sem memórias e sem emoções gente?? É quase impossível! O seguinte trecho exemplifica a falta dos emoções na comunidade:
"Esse novo Caleb era uma substituição. O casal havia perdido seu primeiro Caleb, um alegre e pequeno Quatro. A perda de uma criança era um fato raro, muito raro. A comunidade desfrutava de uma segurança extraordinária, todos os cidadãos vigiavam e protegiam todas as crianças. Mas, de alguma forma, o primeiro pequeno Caleb se afastara sem ser notado e caíra no rio. A comunidade inteira realizara a Cerimônia de Perda em conjunto, murmurando o nome de Caleb durante um dia inteiro, cada vez com menos frequência, em voz cada vez mais baixa, à medida que o dia longo e sombrio ia transcorrendo, de modo que o pequenino Quatro pareceu apagar-se gradualmente da consciência de todos."
- Capítulo 6
Voltando ao dia da Cerimônia, todo ano no mês de Dezembro, todas as crianças mudam de grupo. Um Três (três anos), vira um Quatro (quatro anos) e assim por diante. É uma cerimônia longa e cansativa até chegar aos Doze.
A aflição de Jonas só cresce quando a Anciã-Chefe pula o número dele ao determinar as novas funções para cada membro da sua turma. Por último, ela o chama e adivinha só??? Ele vira o novo Recebedor de Memórias! Ele fica muito surpreso e assombrado ao saber que vai sentir dor e irá precisar de muita coragem para ter essa função, porque apenas existem um Recebedor de Memórias em toda a comunidade.
Eu simplesmente fiquei com muita pena do Ancião que o treina, o atual Recebedor de Memórias. Ele parece ter uma vida tão sofrida, não deve ser nada fácil guardar milhares de lembranças, de tudo, inclusive guerras, fome, miséria.
Com o passar do tempo, o Recebedor vai doando suas memórias para o Jonas e ele vai descobrindo um mundo novo. Inclusive enxergar cores! (Imagina um mundo sem cores????). O garoto também vai descobrindo o que aconteceu com o Recebedor de memórias anterior à ele, a medida que o Ancião vai mostrando um pouco da sua vida. E que vida solitária gente!
Jonas vai aprendendo, descobre coisas muito desagradáveis sobre a Despensa, que nada mais é do que dispensar uma pessoa da comunidade. É algo muito macabro, sério. Eu não esperava por isso. Além de descobrir coisas como a Mesmice e sobre uma garota chamada Rosemary (o que mexeu comigo).
Ele vai criando coragem de uma tal maneira que chega um dia que parece que ele não vai aguentar mais viver a vida daquele jeito, sem emoções.
O final me surpreendeu bastante, mexeu com meus sentimentos. Foi lindo, merecia uma continuação. O que mais me tocou foi como as pessoas conseguem viver sem emoções e sem sentimentos. Eu sei que existem emoções ruins como dor e sofrimento, mas existem tantas outras lindas! E privar um mundo disso é realmente assustador.
Eu super recomendo esse livro! É demais, faz a gente refletir sobre a vida como ela é.
SINOPSE:
Em O doador de memórias, a premiada autora Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existem dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não há amor, desejo ou alegria genuína.
Os habitantes de uma pequena comunidade, satisfeitos com a vida ordenada, pacata e estável que levam, conhecem apenas o presente o passado e todas as lembranças do antigo mundo lhes foram apagados da mente.
Um único indivíduo é encarregado de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis.
Aos 12 anos, idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz ideia de que seu mundo nunca mais será o mesmo.
Orientado pelo velho Doador, Jonas descobre pouco a pouco o universo extraordinário que lhe fora roubado. Como uma névoa que vai se dissipando, a terrível realidade por trás daquela utopia começa a se revelar. - Fonte: Skoob
NÚMERO DE PÁGINAS:
208 páginas
LIDO EM:
1 dia e meio
RESENHA:
Conheci esse livro pela indicação de uma super amiga minha, eu estava com ressaca literária depois de terminar a série dos Instrumentos Mortais e desde o comecinho desse ano não conseguia pegar nada pra ler. Perguntei se ela tinha alguma coisa pra me indicar e ela falou desse livro.
Resolvi comprá-lo virtualmente na loja do Kobo Books e enfim comecei a leitura na madrugada do dia 02/02/2016.
Para minha surpresa, o livro me cativou DEMAIS. A leitura flui de uma maneira, você não consegue parar pra nada! (Ainda bem que eu estava lendo de madrugada haha).
A história começa com Jonas, nosso protagonista, com certo receio da cerimônia dos Doze (que é quando você completa doze anos). Essa cerimônia define que a criança passou para a fase adulta e um conselho definirá qual profissão vai ser treinada para seguir. Depois que se completa doze anos, ninguém mais conta os anos vividos, não existem aniversários no mundo criado pela autora. Na verdade, não existe nenhum tipo de comemoração, nem de Natal.
O interessante é que a cada ano até os doze, alguma coisinha muda para a criança. Por exemplo, uma menina deixar de usar fitinha no cabelo ou quando se chega aos nove, poder andar de bicicleta e ter uma bicicleta. Antes disso, é proibido.
As famílias não são chamadas de famílias, são chamadas de unidades familiares, onde existe um Pai, uma Mãe e duas crianças: um menino e uma menina. Apenas. Não existe o conceito de avó, nem de tios, etc.
A unidade familiar de Jonas tem uma mãe, um pai e uma irmã, sendo ele o irmão mais velho. Mas o mais curioso é que as crianças não são filhas biológicas dos pais, existem mães biológicas apenas para dar a luz aos bebês que serão entregues à alguma unidade familiar da comunidade. Agora você deve me perguntar: "ué, mas não como assim tem os pais e eles não tem seus próprios filhos? Que maluquice é essa, Isabela?" Pelo que eu entendi do livro, existe uma coisa chama Atiçamentos, que é o desejo. Todos tomam um remédio pra inibir isso.
"Finalmente, a Mãe se sentou ao lado dele à mesa.
- Jonas - disse ela com um sorriso -, sabe a sensação que você descreveu como "desejo"? Foi o seu primeiro Atiçamento. O Pai e eu já esperávamos que isso fosse acontecer em breve com você. Acontece com todo mundo. Aconteceu com o Pai quando ele tinha a sua idade. E aconteceu comigo também. Um dia vai acontecer com Lily. E, frequentemente - a Mãe acrescentou -, começa com um sonho."
- Capítulo 5
A comunidade é muito certinha, não existe baderna, não existem memórias e nem emoções. Pensa em um mundo sem memórias e sem emoções gente?? É quase impossível! O seguinte trecho exemplifica a falta dos emoções na comunidade:
"Esse novo Caleb era uma substituição. O casal havia perdido seu primeiro Caleb, um alegre e pequeno Quatro. A perda de uma criança era um fato raro, muito raro. A comunidade desfrutava de uma segurança extraordinária, todos os cidadãos vigiavam e protegiam todas as crianças. Mas, de alguma forma, o primeiro pequeno Caleb se afastara sem ser notado e caíra no rio. A comunidade inteira realizara a Cerimônia de Perda em conjunto, murmurando o nome de Caleb durante um dia inteiro, cada vez com menos frequência, em voz cada vez mais baixa, à medida que o dia longo e sombrio ia transcorrendo, de modo que o pequenino Quatro pareceu apagar-se gradualmente da consciência de todos."
- Capítulo 6
Voltando ao dia da Cerimônia, todo ano no mês de Dezembro, todas as crianças mudam de grupo. Um Três (três anos), vira um Quatro (quatro anos) e assim por diante. É uma cerimônia longa e cansativa até chegar aos Doze.
A aflição de Jonas só cresce quando a Anciã-Chefe pula o número dele ao determinar as novas funções para cada membro da sua turma. Por último, ela o chama e adivinha só??? Ele vira o novo Recebedor de Memórias! Ele fica muito surpreso e assombrado ao saber que vai sentir dor e irá precisar de muita coragem para ter essa função, porque apenas existem um Recebedor de Memórias em toda a comunidade.
Eu simplesmente fiquei com muita pena do Ancião que o treina, o atual Recebedor de Memórias. Ele parece ter uma vida tão sofrida, não deve ser nada fácil guardar milhares de lembranças, de tudo, inclusive guerras, fome, miséria.
Com o passar do tempo, o Recebedor vai doando suas memórias para o Jonas e ele vai descobrindo um mundo novo. Inclusive enxergar cores! (Imagina um mundo sem cores????). O garoto também vai descobrindo o que aconteceu com o Recebedor de memórias anterior à ele, a medida que o Ancião vai mostrando um pouco da sua vida. E que vida solitária gente!
Jonas vai aprendendo, descobre coisas muito desagradáveis sobre a Despensa, que nada mais é do que dispensar uma pessoa da comunidade. É algo muito macabro, sério. Eu não esperava por isso. Além de descobrir coisas como a Mesmice e sobre uma garota chamada Rosemary (o que mexeu comigo).
Ele vai criando coragem de uma tal maneira que chega um dia que parece que ele não vai aguentar mais viver a vida daquele jeito, sem emoções.
O final me surpreendeu bastante, mexeu com meus sentimentos. Foi lindo, merecia uma continuação. O que mais me tocou foi como as pessoas conseguem viver sem emoções e sem sentimentos. Eu sei que existem emoções ruins como dor e sofrimento, mas existem tantas outras lindas! E privar um mundo disso é realmente assustador.
Eu super recomendo esse livro! É demais, faz a gente refletir sobre a vida como ela é.
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